Stand Up Paddle: exercício para o corpo e mente

Jessica Krieger
Com a promessa de gastar até 500 calorias em uma hora, prática de remar e ficar em pé sobre a prancha melhora a postura e o condicionamento físico

Além dos benefícios físicos, o contato com a natureza atrai cada vez mais adeptos a esse esporte.


A cada temporada de férias, as águas calmas de represas e praias tranquilas têm atraído um número crescente de praticantes do stand up paddle, prática que propõe o remo em pé sobre uma prancha. Um esporte que reúne exercícios aeróbicos, equilíbrio e bem estar junto às mais belas paisagens, o que conquistou os amantes da natureza e de atividades físicas. 

Além de apreciar belos cenários, os praticantes são recompensados com uma melhora na postura e aumento do condicionamento físico, especialmente dos músculos internos. Ao mesmo tempo em que diverte, a modalidade exercita pernas, abdômen, braços e glúteos. É bom para a saúde cardiovascular e a concentração. Em apenas uma hora, é possível queimar até 500 calorias. 


Todos esses benefícios e sem segredo, confirma o empresário Ivan Floater, presidente da Confederação Brasileira de Stand Up Paddle. “Qualquer pessoa com o mínimo de equilíbrio e disposição pode se aventurar neste esporte. Sempre faço uma analogia com a bicicleta. Na hora que você se cansa de pedalar é só parar. Com o SUP é a mesma coisa, a diferença é passear livremente e em pé sobre a água”, explica Floater, que pratica desde 2005, quando o stand up paddle chegou ao Brasil.

Não é preciso ter noções de surfe, mas, como todo esporte náutico, uma das recomendações importantes é saber nadar. “Para garantir a segurança daqueles com menor afinidade com a água, é fundamental também o uso de colete salva vidas e do leash, aquela cordinha de segurança, para evitar que a prancha se distancie em caso de queda”, afirma Floater. 

Buscar orientação com um profissional capacitado sobre as particularidades do esporte também é recomendável. “É preciso, ainda, se informar sobre as condições de vento, maré e correnteza, além de possíveis perigos no local escolhido. Respeitar os seus limites, respeitar o próximo e respeitar a natureza. O resto é diversão”, finaliza. 

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