28 semanas de gestação

Bruna de França
Com vinte e oito semanas de gestação, o cansaço começa a se fazer mais presente. Isso é normal, com uma barriga que está a cada dia mais pesada. Por isso, mais que tudo, descanse!

A evolução do bebê

Com 33 cm e 1,1 kg, o bebê tem como objetivo, a partir de agora, ganhar peso para ter a força necessária para enfrentar o mundo fora da barriga. Neste estágio, ainda que fosse uma tarefa árdua, ele seria capaz de respirar ar. 

Esta semana, os brônquios aparecerão e a dentina, que se formou para constituir os futuros dentes de leite, se cobre de esmalte. Mas a grande novidade da semana é, sem dúvida, a abertura dos olhos. Através do ultrassom é possível notar que as pálpebras do bebê se movimentam como as nossas enquanto ele dorme. Os olhos já possuem coloração, porém a cor só será definida entre 6 e 9 meses de idade, pois eles precisam da influência da luz para chegarem à sua cor final. 

O corpo da mãe

O ganho de peso se acelera: as gestantes, a partir de agora, costumam ganhar entre 1 kg e 1,2 kg por mês. Para se manter em forma e recuperar a linha com mais facilidade coma de maneira balanceada, beba muita água – o que evitará infecções urinárias – e faça um pouco de exercícios. Você pode fazer caminhadas, natação e uma ginástica mais leve. 

A partir de agora o intervalo entre as consultas diminuirá de 1 mês para 15 dias,. Desta forma o médico pode acompanhar com mais segurança a evolução da gestação e identificar, se houver, sinais de parto prematuro ou complicações como a pré-eclâmpsia ou placenta prévia.

Amamentação

A amamentação traz inúmeros benefícios para a mãe e para o bebê e recomenda-se que o aleitamento seja exclusivo durante os primeiros 6 meses de vida do bebê. O leite materno contém todos os nutrientes de que a criança precisa nos primeiros seis meses de vida, além de:
  • prevenir doenças e diminuir a taxa de mortalidade do bebê;
  • diminuir as chances do bebê ter alergias;
  • diminuir a cólica dos primeiros meses;
  • combater a hemorragia pós-parto e acelerar a recuperação da mulher;
  • facilitar a perda de peso após o parto;
  • diminuir o risco de câncer de mama, endométrio e de ovário;
  • diminuir o risco da mãe desenvolver diabetes tipo 2;
  • e diminuir o risco do bebê ter doenças mentais.

Copyright foto: iStock/ Arte CCM Benchmark

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