Sexo casual nas férias: turismo também serve para apimentar a vida amorosa

Ana Paula Cardoso

Conheça algumas histórias de mulheres que se 'liberam' em outras cidades ou países, fazendo do sexo casual um dos programas turísticos das férias

Sexo casual cai bem em viagens de férias.

 

Quando se pensa em viagem de férias, logo vem à mente sair da rotina. Experimentar uma gastronomia diferente, deparar-se com paisagens nunca antes vistas ou se aventurar em programas bem diferentes daqueles aos quais se está acostumada. E se o lema é viver novas sensações, por que não estender isso ao sexo?

Tem sido cada vez mais comum as mulheres acionarem uma espécie de 'modo viagem' e, então, permitirem-se incluir o sexo casual no roteiro.
A questão é que muitas vezes a mulher não libera seu desejo por repressão ou tabus culturais. 

"Imaginemos uma mulher com curiosidade de ir a uma casa de swing. Na sua cidade natal ela pode pensar 'e se eu encontrar um conhecido?'. Não que isso não possa ocorrer me qualquer outro lugar do planeta, mas  
a probabilidade sendo menor, o ímpeto de se lançar e experimentar aumenta", explica a psicóloga Isabela Rosa.

 

Sexo casual em viagens: quebrando tabus

E não somente transgressões mais ousadas, como frequentar locais libertinos, são o que motiva algumas mulheres a se liberarem mais quando estão de férias e viajando. Muitas vezes, os próprios tabus e preconceitos são quebrados e a relação sexual sem compromisso acaba por acontecer com alguém improvável, um homem que passaria despercebido fora das férias.

"Na minha cidade confesso que jamais paquerei um garçom de bar. Em Paris uma vez me vi marcando de sair com o servente do café onde fui jantar, e o esperei até o fim de seu expediente", conta uma funcionária pública carioca que prefere não ter seu nome divulgado.

Sair com o garçom, com o recepcionista do hotel ou fazer sexo casual com o motorista do táxi acaba acontecendo naturalmente. "A ideia de que a relação não vai continuar, que tudo não passa de um encontro furtivo, desanuvia a mente e rompe as barreiras da censura", explica a psicóloga.

É o que pensa a diretora de programação de um canal de TV, que também prefere não se identificar. A executiva de 35 anos não usa aplicativos de encontros amorosos em sua cidade de origem, o Rio de Janeiro, mas mal cruza  a fronteira, já liga o Tinder.

"Quando chego em outro país me sinto mais à vontade para me entregar ao sexo casual. Parece que tudo fica mais claro até para o homem. Como eles não têm medo de que aquilo vire uma relação séria por conta da distância, costumam estar mais desarmados. E acaba que o encontro fica mais leve e prazeroso", conta a executiva.

 

Copyright foto: iStock.

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