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O que é a fitoterapia?

O termo fitoterapia deriva do grego “phuton”, que significa plantas e “therapeia”, que quer dizer tratamento. De uns anos para cá, esta modalidade da medicina tem feito cada vez mais adeptos. 

A fitoterapia é uma prática ancestral.

Um pouco de história…
Como aponta sua etimologia, a fitoterapia é o uso de plantas para o tratamento das doenças.
Esta alternativa médica é usada há muito tempo. Todas as antigas civilizações recorreram a ela. 
Por exemplo, foi encontrado um livro datando de 3000 A.C que  mostrava os benefícios do tomilho e da sálvia. Além disso, um trabalho que data de 1500 A.C. e com mais de 100 páginas, listava o modo de utilização de várias dezenas de plantas.
A Organização Mundial da Saúde relacionou, por sua vez, mais de 22.000 plantas medicinais. São plantas, mas também cogumelos e árvores… São procedimentos empíricos, seguidos de pesquisas, que provaram seus efeitos. A utilização destas plantas é, portanto, regulamentada. 

Como ela funciona?
Todas as plantas medicinais contêm princípios ativos, que intervêm no tratamento das doenças. 
Existem diferentes maneiras de administrar as plantas. Entre elas, as mais comuns são:
  • a infusão, na qual as plantas são trituradas e depois cobertas com água fervente. Em seguida, a mistura é deixada repousando entre 10 e 15 minutos, podendo ser tomada depois. Na infusão, alguns princípios ativos são dissolvidos;
  • a decocção, em que se fervem as plantas trituradas em água. Em seguida, se deixa esfriar até que a mistura possa ser bebida. Filtra-se e se ingere. Também nesse caso, alguns princípios ativos podem ser alterados; 
  • a maceração: se deixa macerar as plantas em água morna durante um tempo que pode ser algumas horas ou várias semanas. Esta técnica não permite a extração integral do princípio ativo.
Também é possível recorrer aos benefícios das plantas graças aos óleos essenciais.
Em todos os casos, é necessário tomar cuidado ao utilizar plantas. Não é porque são naturais que elas são necessariamente inócuas. Alguns princípios ativos são muito poderosos e podem, portanto, ser tóxicos ou até mortais.

Alguns exemplos
Eis alguns exemplos de plantas comumente utilizadas e os casos em que se pode recorrer a elas:
  • o ginseng: estresse, fadiga de modo geral, impotência…
  • a lavanda: nervosismo, insônia, ansiedade, lesões cutâneas, cuidados com os cabelos e com a boca...
  • o espinheiro: angina, espasmos, nervosismo, diarreia, dores de garganta…
  • o gengibre: náuseas, enjoos...
  • o amor-perfeito: indigestão, reumatismos, acne, eczema…

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