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Fotodepilação é um método menos doloroso que o laser para eliminar pelos

Relatos de mulheres que utilizam a fotodepilação para a retirada dos pelos apontam o conforto como a grande vantagem desde procedimento estético, mas é preciso orientação de dermatologista.

Fotodepilação enfraquece e livra os pelos indesejáveis de forma menos dolorosa.


Método semelhante ao laser, só que menos doloroso, a fotodepilação tornou-se uma maneira de eliminar os pelos que vem ganhando cada vez mais adeptos. A característica do procedimento é fazer a depilação através da Luz Pulsada Intensa (IPL), considerada uma tecnologia mais avançada na eliminação de pelos.
 
Segundo artigo publicado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) a Luz Intensa Pulsada é uma fonte de luz que, ao ser transmitida através da pele, atinge seu alvo, no caso, o bulbo folicular onde nasce o pelo. Diferente do laser que destróis este bulbo, a fotodepilação o enfraquece e os pelos passam a nascer bem mais finos e até mais claros.
 

Fotodepilação para peles sensíveis

Em comparação a depilações feitas com cera, linha e mesmo a laser, o procedimento é bem menos desconfortável. Sem dor e sem agressões à pele, a fotodepilação torna-se uma alternativa aos mais sensíveis, para se livrar dos pelos indesejáveis.
 
“Sou de origem portuguesa. Minha pele sempre foi muito branca e com pelos muito escuros e grossos. Ao mesmo tempo, sou pouco resistente a dor e a depilação a laser era uma tortura. Minha dermatologista foi quem indicou a fotodepilação e achei o método menos doloroso e com resultados muito similares ao laser”, conta Rosane Soares, dona de casa carioca.
 
Para quem ainda sente desconforto, é possível a utilização de cremes anestésicos antes do procedimento. Também vale lembrar que não se deve estar bronzeada antes de realizar a fotodepilação. Isso porque a luz encontra os pelos para eliminá-los através da pigmentação. Ela atravessa a pele e acha o bulbo do pelo, geralmente escuro. Desta forma, a luz pode acabar não penetrando em peles mais escuras ou negras. 
 

Riscos e cuidados na fotodepilação

Apesar de haver uma grande procura pela fotodepilação, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) alerta que ainda não há estudos sólidos sobre o procedimento, que já foi absorvido pelo mercado de estética e beleza.
 
De acordo com especialistas, a dona de casa Rosane Soares agiu certo ao consultar sua dermatologista para a orientação devida a respeito do procedimento depilatório mais adequado à sua pele. Porém, o procedimento de fotodepilação também só deve ser feito por médicos.
                                     
Em artigo publicado pela SBD a médica dermatologista Valéria Campos ressalta o risco de se realizar a fotodepilação, ou outros procedimentos semelhantes, sem a coordenação de um dermatologista.
 
De fato, grande parte dos estabelecimentos brasileiros que fazem a fotodepilação não dispõem de médicos especializados em cada filial. O procedimento é realizado, em geral, por esteticistas de nível técnico.
 
"Fotodepilaçao só se for com especialista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Deve-se cobrar a presença de um médico responsável, que saiba avaliar a segurança do equipamento e que esteja preparado para lidar com situações adversas", declarou a médica em artigo da SBD.
 
Para ter segurança, converse com alguém no estabelecimento. Peça para saber quem é o dermatologista responsável. Também é fundamental ler o contrato, caso faça pacote de várias sessões. A recomendação é não pagar tudo de uma vez e, sim, uma ou no máximo três sessões para ver se a pele se adapta à fotodepilação.
 
Copyright foto: iStock

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